"Ao aluno que aprende
Aquele que se arrepende
Ao irmão que vem do
oriente
Recordais
Dos ensinamentos que
descem do Pai
Caminhais, pois, ao
monte, vás!
Na busca pela eterna
paz
Nada mais satisfaz
Diante da puerilidade
da vida
Com qual frequência a
doçura não é esquecida
Como inocente alma
ainda adormecida
É hora de te colocares
em ação
Eis o momento de
alimentares teu irmão
Com o pão
Revivido
Afastas-te do circo
É hora de ser
elucidativo
Carregas adiante o peso
de ontem
Todo aquele que deseja
se abster de si
Senhor, convidai-lo a
sorrir
É tempo de vir
De servir
De não descansar
Até que de ontem venha
teu passado descansar
Sublime és teu coração
Joio do trigo,
soubestes separar-te então
Na conduta da
espiritualidade
Liberta-te, oh Verdade!
Hoje serei breve
Pois o tempo me rege
Devo antes regressar
Amiga, como sempre por
ti hei velar!
Não deixais que as
atribulações de agora
Ceguem-te para o
verdadeiro ensino desta escola
Não te foges àquilo que
te fostes roubado outrora
Avante, avante, irás-te
embora!
Fé, pequenina
Grande é no Senhor
Aquele que em tudo
coloca genuíno amor.”
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