Breve nota do Espírito William, o Bardo: "Brava gente, saudações! Agradeço pela oportunidade de ter meus poemas transmitidos a vós com imensa alegria. Que ao lê-los, podeis sentir-vos inspirados pela luz do Senhor como eu fui ao tecer palavras sobre o sentimento mais puro que me instigou a escrever daqui do outro lado: o amor. Pois palavras tocam e fazem pensar, balanceadas, por outro lado, pelo sentir. E o amor faz isso conosco, nos impele a escrever para o próximo, esperando que sinta o mesmo que senti ao fazê-lo. O amor modifica, encoraja e faz somente o bem. Nada pede, nada impõe, nada escraviza. Se ao menos conseguir tirar de vós, leitores, um sorriso, já me considero mui afortunado. Grato por estar entre vós. Que o Senhor vos abençoe, meus amigos! Até!"
"Que venha ela,
A
primavera.
A
todos nos alegrar
Dando
razão a festejar
Todo
dia é dia de amar
Agradecer,
viver, celebrar
O
motivo de respirar
Almas
puras, almas a curar.
Vide
folhas que caem
Regressam
à árvore da vida
Ensinando-nos
valores e amores
Entre
vitórias e dissabores
Mediante
a colorir
As
páginas do porvir.
No
crepúsculo das estações
Esquecem-se
as paixões,
Contemplam-se
a razão e os canhões
Com
os quais batalha lutou.
E
é no entanto com ela
A
primavera
Que
vem nos ensinar
A
sempre recomeçar
Assim
determina a lei do progresso
Diante
do qual somos convocados de regresso
Passageiros
como folhas
A
cair e a reerguir.
Ei-lo,
pois, a primavera.
Amemos
e aprendemos deveras
A
fim de ser como ela
Nessa
primavera."
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