terça-feira, 5 de outubro de 2021

Poemas IV: Poema de Maio

Breve nota do Espírito William, o Bardo: "Brava gente, saudações! Agradeço pela oportunidade de ter meus poemas transmitidos a vós com imensa alegria. Que ao lê-los, podeis sentir-vos inspirados pela luz do Senhor como eu fui ao tecer palavras sobre o sentimento mais puro que me instigou a escrever daqui do outro lado: o amor. Pois palavras tocam e fazem pensar, balanceadas, por outro lado, pelo sentir. E o amor faz isso conosco, nos impele a escrever para o próximo, esperando que sinta o mesmo que senti ao fazê-lo. O amor modifica, encoraja e faz somente o bem. Nada pede, nada impõe, nada escraviza. Se ao menos conseguir tirar de vós, leitores, um sorriso, já me considero mui afortunado. Grato por estar entre vós. Que o Senhor vos abençoe, meus amigos! Até!" 


"Que venha ela,

A primavera.

A todos nos alegrar

Dando razão a festejar

Todo dia é dia de amar

Agradecer, viver, celebrar

O motivo de respirar

Almas puras, almas a curar.

Vide folhas que caem

Regressam à árvore da vida

Ensinando-nos valores e amores

Entre vitórias e dissabores

Mediante a colorir

As páginas do porvir.

No crepúsculo das estações

Esquecem-se as paixões,

Contemplam-se a razão e os canhões

Com os quais batalha lutou.

E é no entanto com ela

A primavera

Que vem nos ensinar

A sempre recomeçar

Assim determina a lei do progresso

Diante do qual somos convocados de regresso

Passageiros como folhas

A cair e a reerguir.

Ei-lo, pois, a primavera.

Amemos e aprendemos deveras

A fim de ser como ela

Nessa primavera."

 

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