Nota do guia de Ogum: "Boa tarde, bons amigos e mui amados seguidores. Dando continuidade aos poemas de nosso amigo William, de epíteto o Bardo, esperamos que esta obra, ditada por bondoso espírito, possa chegar a todos vós no intuito de instruí-los como a arte, à luz dos ensinamentos de Cristo, nos ensina a sermos melhores enquanto espíritos. Afinal, em tudo o que se coloca o coração, é possível retirar daí aprendizado. É neste sentido que trazemos estes poemas psicografados, pois, ainda que a essência seja medieval, reflexo da entidade que viveu ao longo deste período da história humana da Terra, há muitos ensinamentos a serem aproveitados. Pensando nisso, vos deixo aqui com este belo poema intitulado "a donzela de pedra". Que a paz de nosso mestre Jesus vos acompanhe e que a graça de nosso Pai Maior recaia sobre todos vós.-George."
"Em meio à guerra
No
castelo de pedra
Conheci
gentil senhora
A
quem dedico esta prosa.
Delicados
são os traços
Que
marcam seu rosto
Âmbar
é a cor
Que
embeleza as írises
E
esconde sincera dor.
De
madeixas dourados como o sol
Vestia-se
como própria estrela
Brilhando
no esplendor
Quando
na dança
Encontrou
meu amor.
Eram
como dois opostos
Que
no menor encontro
Intensidade
vivia
E
logo se via
Que
a luz do sol
Apagará
a da lua.
E
a que preço bom rapaz
Que
não soube dizer não
Chamou
de tua
Dele
canção
Em
meio às guerras
Sangrou
também
Nobre
donzela
Pois
roubado foi seu amor
Glorioso
esplendor
De
volta aos braços
De
Nosso Senhor.
Aqui
e agora
Espadas
dançam afora
Sem
o consentimento de outrora
Para
anunciar o agora
Do
novo amanhecer.
Desperte,
nobre donzela!
Das
canções, do remorso,
Das
baladas, do que um dia foi nosso.
Para
o teu reviver.
Na
busca pelo saber
Haverá
de encontrar
Fantasmas
a amar
Fantasmas
a perdoar
Para
que ti também
Gloriosa
dama,
Desperte
de tua cama
E
deixe que te ama
Longos
os que por ti
Souberam
te esperar.
A
fim de que possa
Recomeçar
a amar.”
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