"A vida é um sopro
Dizia-se
na aldeia
Colhe
aquele que semeia
Aquele
que nada anseia
Não
obstante as densas trevas
Possam
aparecer
Na
ignorância e falta de vigilância
Ergais
os olhos, caros amados,
A
fim de ver
A
Boa Nova.
Chega
agora
A
Esperança
Cândida
e tranquila
Chega
amparada pela temperança
No
doce salutar
A
que o amor vem saudar
Por
que prantear
Quando
tens motivos a celebrar?
Na
aldeia, dizia-se
É
tudo breve, vivia-se
O
que se podia
Sempre
na fé
Anuncia-se
em simplicidade
Que
há de se dissipar a saudade
Pois
vêm ao encontro
Bálsamo
espiritual
Aos
feridos a curar
Para
não mais julgar
A
fim de que possam enfim amar
Oh,
que se iluminem os céus
E
abram-se as nuvens
Para
que luz divina
Vinde
nos inspirar
A
esclarecer no amor
Sem
podeis com isso afundar
Na
bravura do mar.
Vedes
adiante
O
despertar de povo gigante
Entendido
no porvir
Que
alegria será assistir
A
elevação dos que optaram por partir
E
aos que aqui
Resignam-se
a prosseguir.
Toda
rocha pode ser esculpida
Em
admirada peça de arte
Mas
para isso
Prepara-se
para o resgate
Coletivo
o é,
Particular
ao que desejar
Ao
mundo espalhar
Como
é doce de verdade
Amar.
Nenhuma
tempestade
Fará
ressurgir covarde
Ao
contrário, iluminará
Os
de pronto a despertar
Para
preparar
O
amor aí de vez
Chegar."
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