sábado, 14 de maio de 2022

Ciclos da Vida I: A Comédia da Vida pelo Espírito Aristófanes

Nota do Guia de Ogum: "Aos nossos amigos e irmãos em Cristo, saudamos-vos uma vez mais, esperando encontrar-vos bem. A partir de hoje, iniciaremos mais um ciclo de psicografias que, como nos cumpre ressaltar, vêm proporcionar reflexão íntima acerca do mundo espiritual e material com o principal propósito de encorajar-vos a buscar a reforma moral, espiritual e material para vos elevar ao Pai que incessantemente vos ama e deseja-vos o bem. A semente hoje plantada dará frutos amanhã. Hoje, um espírito vem a nós com esse mesmo objetivo, trabalhando pelo bem da humanidade como nós nos esforçamos em fazer segundo a missão designada pelo Alto. Com a permissão de nosso Criador, que a tudo sabe, onipotente como deveis saber, essa entidade amiga, por meio de poemas, vem incitar a vós a reflexão de que falei antes. Um olhar por estas palavras não basta se o fizerdes com rapidez e curiosidade vã. Aconselho-vos a ler com atenção a mensagem que nosso amigo espiritual vem-vos trazer. Deste modo, ele nos legou cinco psicografias de maneira a torná-las públicas para que todos possam ter acesso igualmente. Intitulado "Ciclos da Vida", são cinco poesias extensas que tratam sobre os diversos aspectos da vida que ele, em uma de suas encarnações mais "conhecidas", se é que podemos usar este adjetivo, costumava abordar. Esperamos, com a graça de Deus, cumprir nossos objetivos junto a vós, amigos encarnados. Afinal, a espiritualidade não tem religião, uma vez que ela serve ao nosso Pai Celestial por meio de nosso mestre e irmão maior Jesus Cristo. Portanto, os ensinamentos à luz crística devem chegar a todos, uma vez que eles não nos pertencem de modo algum. Lembro-vos uma vez mais que os espíritos ao serviço de Deus vêm trabalhando juntos para que isso se realize. Vós jamais sedes abandonados por nosso Pai Maior, credes nisto. Que Ele vos abençoe hoje e sempre. --George."


"Do outro lado, cheguei

Companheiros avistei

Antigos, novos, todos amei

Bem recebido fui, constatei

 

No mar, na imensidão do amar

Ajudamos outros amigos, irmãos a se reencontrar

Na busca pelo novo lar

Olhai, oh tu, que direção irás tomar!

 

Nem tudo é dor, sofrimento

No dissabor do desconhecimento

Avante, avante, olhai adiante

Estende diante de ti novo horizonte

 

Há os que preferem o sal das lágrimas

Esquecendo no ensinamento

O sorriso, o riso, a alegria do renascimento

 

Otimismo é o pão que muitos amassam

Para o pessimismo ofertar

O que no coração deveria habitar

 

Ah, que desgraças criam os homens!

Escondendo-se no orgulho que os fizeram falhar ontem

Cutucam e julgam

 

Mas há mais do que ali que tem

Ignore, minha cara, o alheio desdém

 

Na alegria da vida

Criticamos e julgamos

Sempre, sempre trabalhando

 

E, no entanto

Quando doenças vêm

Apontam dedos e se omitem no vai-e-vem

Nem nas letras foi Sócrates sério

Homem de bom humor, não ensinou impropérios

 

Mesmo nos obstáculos

Que a humanidade se interpôs

Não deixas a alegria para depois

 

Aprenda, sorria

Este é outro dia

O medo é a sombra

Que a fé dissipa, querida amiga

Não és mais formiga

 

A verdadeira tragédia é deixar de ser

Aquilo que a alma veio a conceber

Entendais o recado

Que te foi dado

Esqueça e escreva

O teu passado

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