terça-feira, 7 de setembro de 2021

Poemas I: Da Natureza Medieval

Nota do guia de Ogum: "Caros e caras leitores, mais uma vez nos encontramos com a missão que nos foi encarregado de dar cabo pelo Alto, com a permissão do Pai Maior, que a tudo sabe e a tudo vê. Pedimos desculpas por longo período de ausência, mas este foi necessário por motivos pessoais concernentes à médium que não nos cabe explicitar. E, no entanto, conforme prometido, retomamos as atividades de psicografia com o intuito de ajudar espiritualmente aqueles que, desencarnados, o necessitam tanto quanto possamos auxiliar os que na Terra se acham encarnados. Que as mensagens encontradas nos contos ou poemas destes bons espíritos que vieram dispor de seu tempo para passá-las a vós, possam servir de algum proveito. Dito isto, ao longo desta semana serão publicados uma série de poemas ditados pelo espírito William, o Bardo. Deixarei que, em momento oportuno, ele se apresente. Quando for necessário, tecerei os comentários outra vez. Que a paz do Senhor esteja sempre convosco. -George."

Apresentação: "Bons amigos da Terra, eu os saludo. Apresento-me aqui com o nome de William, o Bardo, pois similar ocupação, ao que a modernidade hoje em dia chama de poeta, foi por mim praticado em um contexto histórico distante do vosso. Em verdade, William é somente o nome espiritual que me atribuíram, e com a liberdade em levar a palavra do Amor, tão belamente ensinada pelo nosso maior mestre, modelo e guia, senhor Jesus, me coloquei ao seu serviço enquanto bardo. Dito isto, sou apenas mais um trabalhador na espiritualidade e espero tocar os corações daqueles que perderam a esperança no Amor, e recordar-vos de que o mesmo não se restringe somente ao corpo, mas, muito mais amplo, é sentido e expressado de várias formas pela alma. Que o Senhor vos acompanhe, amigos. -William, o Bardo."

"Da Natureza Medieval.

No alvorecer

Vedes tu crescer

Aquilo que vem a te prover

Nada teu é

Supondo necessário crer

Aquilo que te deves ver.

Produção tua, camponês,

Há de padecer

Nas mãos dos que nada têm a perder

Vede, pois, em outro alvorecer

Não a praga, que

Deus deu a ti força a vencer

Mas inteligência para sobreviver

O labor injusto que

Recai da natureza

Sobre ombros teus."






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