Nota do guia de Ogum: "Boa tarde, bons amigos e amigas que aqui com paciência nos acompanham neste exercício de fé. Hoje apresentamos mais uma leva de poesias trazida a vós pelo mediunismo psicógrafo, ditado pelo bom espírito William, de epíteto o Bardo. Como podeis ver, traremos em conjunto várias poesias proclamadas por ele e psicografadas mediunicamente. À princípio, foram todas escritas em papel, e agora transcritas para esta máquina tecnológica que chameis de computador. Os poemas, ainda que mais limitados do que as histórias em prosa, não são por isso mais restritos ao aprendizado. Ao contrário, na beleza das linhas abaixo, podeis retirar ricas aprendizagens à luz de nosso Senhor. Pois sabe-se que os talentos dados pelo Pai que nos criou são vários e, portanto, dentro deles há uma vasta expressão que pode nos proporcionar maior entendimento sobre a vida futura, a caridade, o amor ao próximo, o perdão e a misericórdia. Esperamos que estas palavras atingem vossos corações e vossas consciências, fazendo-vos refletir sobre vós e vossas condutas e recordando-vos de que o amor sincero é nossa salvação.- George de Ogum."
"Muitas
damas vi
Poucas
donzelas conheci
Vestidas
em cetim
Ornamentadas
outrossim
De
manhã, eram humildes
Pela
missa, proveio a cobiça
E
na corte
Desandou-se
falsa premissa de paz
Rumores
espalham
Como
palhas que assam
No
fogo da dor.
Pecados
de saia
Ocultam
da aia
Inocência
perdida
E
Traiçoeira.
Reina
sobre elas
Bela
rainha
Ambiciosa
que retinha
Todo
o descaso sobre si.
Do
cetro que segurou
Contra
seu peito apertou
Cruel
loba uivou.
Oh,
senhora!
Que
fizeste de causa ganha?
Que
criaste de tua vingança?
Qual
lamento agora ao redor te danças?
Oh,
senhora!
Abra
teus olhos!
Para
não mais prantear
Pela
dor
Que
jurou não mais causar."
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