Nota do Guia de Ogum: "Estimados leitores, eu os saúdo. Aproximamo-nos do final de mais um ano, com mais um ciclo se encerrando. De fato, muitos trabalhos têm sido significativos para que o ensinamento espiritual chegue a vós todos por meio deste instrumento tecnológico ao qual chamam de internet. Digo isto porque um trabalho espiritual, em particular a psicografia que tem sido nosso principal meio de propagação das ideias do "outro mundo" tão bem colocadas por nossos amigos Allan Kardec, Chico Xavier, Divaldo Franco, entre outros autores que tratam do mundo espiritual com a autoridade que lhes é devida, não funciona somente para um lado da história. O que quero dizer com isso é que se trata de um trabalho que envolve a médium que transmite minhas palavras e as das entidades que desejam comunicar-se, destas próprias e também de mim, encarregado de supervisar o andamento das psicografias. A decisão de tornar tais comunicações públicas não parte de mim, mas de uma autoridade maior dos servidores da luz, uma vez que os ensinamentos apreendidos por espíritos desencarnados, mediante suas memórias (através de contos, relatos ou poesias), devem chegar a vós a fim de que podeis refletir sobre vós mesmos, encorajar a busca pela reforma íntima e a compreensão de que tudo é passageiro, com exceção dos ensinamentos que Cristo nos legou. Seja qual for a religião terrestre que vós opteis por seguir, a importância destas psicografias está em proporcionar a reflexão crística, o exame da consciência, evitando sofrer nas ilusões do mundo carnal. A mudança para o bem, o convite que mestre Jesus nos faz diariamente em retornar ao lar do Pai, pode ser dura às vezes, mas, credes, vale a pena. O conhecimento é um excelente remédio para nos curarmos das chagas que ninguém a não ser nós mesmos causamos. Assim se dá início à reforma íntima, a qual de fato pede-nos coragem, pois muitas das vezes nos levará a enfrentar batalhas internas contra nós mesmos. A mudança é possível, e o único que dificulta isto é vós mesmos. Mas tudo se encaminha no tempo de Deus, isto é um fato contra o qual não é possível alterar. Dito isto, pretendemos, em conjunto com a médium, tornar público a vós mais duas psicografias antes de darmos por encerradas as atividades espirituais psicográficas do ano de 2021. Uma delas, a de hoje, segue a linha dos poemas que vimos publicando, muito embora ressalto que se tratem de espíritos diferentes. Contudo, por motivos que não me cabem colocar aqui, o espírito que ditou o poema em questão, e que tem certas ligações pretéritas com a médium, pediu para que sua identidade fosse preservada. Como sabemos que a identidade tem pouca relevância diante do teor da mensagem, isto em nada alterará o propósito de publicarmo-la aqui. Com isto, deixamos ao leitor a poesia abaixo, ditada por um espírito desconhecido. Que, apesar da beleza de suas palavras, possa fazer recordar que o passado é sempre valiosa fonte de aprendizado, mas que é o presente que cumpre nos incitar à boa mudança. --George."
“Cara senhora
De outrora
Foi-me pedido trazer-te agora
Pois te havia ido embora
Sem ouvir-te a hora
Do embalo da canção
Da melodia que dançaste então
Do passado a olvidar-te, não
Te negarei isto
A fim de pôr em teus lábios
Doce sorriso
Gentil senhora,
Permita-me dizer
O que tenta esquecer
Não te esquiva,
Será que não vê
O amor que aqueles anseiam em ter
Pela senhora acanhada
De cabelos dourados e olhos acastanhados
Oh, donzela
De bondoso coração
Cavalheiros anunciam a busca por ti
Como outrora fizeram-te sorrir
Em torneios gloriosos que me fizeram partir
Desconsolado, angustiado
Quiçá
Não mais estou preocupado
Mas declamo o caminho
De teu amado
Amigo meu
Outrora companheiro de desventuras
Risadas, senhor das duras
Investidas vitórias
Sobre corcel indomado
Valente e renomado
Tornou-se campeão
Desta bela jovem dama
A quem ama
E sempre amou
Em eras que
Por interferência divina
Se separou
Mas agora há de reencontrar
Aquela que por sempre veio a amar.
Proclamo memórias perdidas deste
Herói e sua heroína
Tal qual Arthur resgatou sua menina
E desde então juntos permaneceram
Como haveria de ser
Aqueles cujo amor
Deus em si veio a conceber.”
--Autor desconhecido.
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